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Advogado de Sergipe é preso na “Operação Inventário” que investiga fraudes milionárias

 

No final da tarde desta terça-feira, 07 de junho de 2022, um advogado de Sergipe que não teve o seu nome revelado, foi preso na “Operação Inventário”, desencadeada em uma ação conjunto do Ministério Público Estadual da Bahia, por meio do Grupo de Apoio Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco). Com o apoio do MPE de Sergipe, o mandado de prisão preventiva contra o advogado foi cumprido pelo GAECO no Bairro Jardins em Aracaju.

Após receber voz de prisão em sua casa, o advogado foi levado para o Instituto de Medicina Legal (IML) onde passou por exame de corpo de delito e logo depois, foi conduzido para Presídio Militar de Sergipe (PRESMIL) no Bairro Getúlio Vargas em Aracaju.

A “Operação Inventário”, também batizada de “Turandot”, cumpriu oito mandados de prisão preventiva decretados pela 1ª Vara Criminal de Paulo Afonso. A “Turandot”, investiga fraudes milionárias em processos judiciais em trâmite na comarca de Paulo Afonso, supostamente praticados por organização criminosa formada por juiz aposentado, advogados, serventuários e particulares.

Do começo da manhã até o final da tarde, oito pessoas foram presas: três em Salvador, quatro em Paulo Afonso e uma pessoa em Aracaju, justamente o advogado. Além dele, foram presos mais dois advogados na Bahia e um juiz aposentado.

Segundo as denúncias oferecidas pelo Gaeco do MPE da Bahia e já recebidas pela Justiça, um dos principais responsáveis na Organização Criminosa por forjar alvarás de inventário fraudulentos, movimentou mais de R$ 50 milhões de Reais que segundo as investigações, foi repassada por meio do uso de “laranjas” e inclusive, destinada para compra de imóveis de luxo na Flórida, nos Estados Unidos, avaliados em mais de R$ 5 milhões. Durante as investigações, foram identificados diversos saques em espécie em valor acima de R$ 100 mil.

A terceira fase da ‘Operação Inventário’ é fruto de esforço conjunto do Ministério Público da Bahia, por meio do Gaeco; da Polícia Civil, por meio da 18ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin – Paulo Afonso); e da Polícia Militar, por meio do Batalhão de Operações Especiais (Bope) e do Grupamento Aéreo (Graer).

Também contou com o apoio da Força-Tarefa de combate a crimes praticados por policiais civis e militares, das Corregedorias da Secretaria de Segurança Pública da Bahia e da Polícia Militar, do Gaeco do Ministério Público de Sergipe e da Ordem dos Advogados do Brasil.

A OAB de Sergipe que enviou duas advogadas para o PRESMIL , preferiu se pronunciar posteriormente.

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Por: Ascom da MPE/BA e Portal Imprensa1

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