Alese fez valer direitos dos professores de Sergipe e conseguiu encerrar a greve da categoria

Empenho, muito diálogo e respeito marcaram as últimas negociações entre a Assembleia Legislativa de Sergipe, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica do Estado de Sergipe (Sintese) e o governador Belivaldo Chagas (PSD). Após reuniões com o deputado Iran Barbosa (PT), a presidente do Sintese, Ivonete Cruz e o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT/SE), Roberto Silva; o presidente da Assembleia Legislativa de Sergipe, Luciano Bispo foi pessoalmente conversar com o governador.

O resultado é a garantia de direitos dos profissionais do magistério, levando ao encerramento de uma greve de oito dias e a desocupação das dependências da Alese por parte dos professores da rede estadual de ensino.

Desde o primeiro dia em que os professores começaram a vigília na Assembleia Legislativa de Sergipe (contrários aos Projetos de Lei Complementares nºs 16/2019 e 17/2019 de autoria do Poder Executivo, que alteram regras na carreira do magistério, a exemplo do triênio, jornada de trabalho e aposentadoria), que o presidente da casa, deputado Luciano Bispo iniciou reuniões com a diretoria do Sintese, no sentido de garantir os serviços básicos aos profissionais da educação, a colocação de colchões, o funcionamento dos sanitários e do ar-condicionado durante toda a noite, além dos serviços de segurança e limpeza.

Em seguida, Bispo e o diretor de Comunicação da Alese, Marcos Aurélio Costa receberam com frequência, representantes da diretoria do sindicato, numa clara demonstração de que a Assembleia Legislativa de Sergipe está aberta ao diálogo em busca de soluções. E esse diálogo deu bons frutos na última terça-feira, pouco antes de os professores se reunirem em assembleia geral da categoria, no auditório do Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe, quando decidiram pelo fim do movimento grevista, o retorno imediato às escolas e a reposição das aulas.

Conquistas

Em nome da Alese, Luciano Bispo conseguiu junto ao governador Belivaldo Chagas, a manutenção de alguns direitos dos trabalhadores em educação como: o triênio e as incorporações de gratificações para a aposentadoria; a redução de ¼ da carga para quem tem 20 anos de trabalho. Com a intermediação do presidente da Alese nas negociações, esses direitos não serão retirados do projeto enviado pelo governo para ser apreciado e votado pelos deputados estaduais.

“Essa é a casa do povo e eu fiz o meu papel em fornecer a estrutura necessária para os dias em que os professores estavam em vigília na Assembleia e o papel de abrir o diálogo com a direção do sindicato, com os parlamentares e com o governador Belivaldo Chagas, para que chegássemos a um bom entendimento”, afirma Luciano Bispo.

Gratidão

A presidente do Sintese, Ivonete Cruz, agradeceu à Assembleia Legislativa, pelos oito dias que os professores passaram no prédio, em vigília na tentativa de reverter a situação da retirada de direitos.

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Fotos: Jadilson Simões

Por Aldaci de Souza – Rede Alese

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