Alessandro Vieira cobra do Governo de SE regularização no repasse de R$ 58 milhões para o Hospital de Cirurgia

Foto: Assessoria Parlamentar

O atraso no repasse de recursos federais na casa dos R$ 58 milhões para o Hospital de Cirurgia, pode resultar na suspensão dos atendimentos e serviços de saúde prestados pela instituição. O alerta motivou o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) a solicitar do Governo do Estado justificativa para o atraso destes pagamentos, pedindo também o comprovante das tratativas para a realização dos repasses e o cronograma da programação dos pagamentos devidos.

“O atraso, sem justificativa, de repasses do Governo do Estado para o Hospital Cirurgia impactam diretamente no atendimento da população, especialmente num momento em que ainda estamos em pandemia, mas com a abertura das cirurgias eletivas. Já temos, atualmente, fila de espera para cirurgias cardíacas, ortopédicas e urológicas. Esta inadimplência do Governo do Estado pode agravar ainda mais o atendimento à população caso venha a ser necessário interromper as atividades”, alerta Alessandro Vieira.

Os repasses em atraso se referem aos R$27 milhões alusivos às emendas parlamentares e R$31 milhões relacionados aos serviços prestados pelo Hospital Cirurgia. Através do ofício, o senador Alessandro pede urgência na regularização dos pagamentos por parte do Governo de Sergipe.

O Hospital de Cirurgia realiza atendimentos em Oncologia clínica, serviços de alta complexidade de diversas especialidades, atendimento ortopédico 24 horas, e urgência cardiológica, sendo o único estabelecimento de saúde em Sergipe habilitado pelo Ministério da Saúde para prestar atendimento a pacientes com Infarto Agudo do Miocárdio.

Segundo dados do primeiro semestre de 2021, o Hospital realizou 2.785 cirurgias das mais diversas especialidades, 13.389 consultas ambulatoriais, 4.207 internamentos, 3.015 sessões de quimioterapia, 2.445 exames cardiológicos.

“Os recursos estão na conta do Estado, e o atraso no repasse ao Hospital Cirurgia prejudica os serviços prestados pelo SUS para todos os sergipanos e pode provocar a suspensão do atendimento. Isso é muito grave” destaca Alessandro.

Por: Laisa Galdina/Ascom

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