Defensoria Pública recebe doação de álcool da Universidade Federal de Sergipe

Em um gesto de solidariedade, nesse momento de pandemia por conta do Coronavírus (Covid-19), a Universidade Federal de Sergipe, através de professores e alunos do curso de farmácia, fez a doação de álcool em gel e líquido para a Defensoria Pública do Estado de Sergipe. O material será distribuído entre os defensores públicos e servidores para prevenção à doença, protegendo desta forma a população.

Segundo a professora, Rogéria de Souza Nunes, a iniciativa partiu em decorrência da pandemia. “Um grupo de professores especialistas e alunos na área farmacêutica se reuniram para disponibilizar esse material. São 20 alunos engajados, sendo 15 do curso de doutorado e cinco de graduação, além de cinco professores. Estamos atendendo hospitais, órgãos, maternidade, Secretarias de Saúde, lares de acolhimento à idosos e ONGs que tratam da situação de moradores em situação de rua. Toda a matéria-prima é doada por empresas privadas e algumas instituições. Essa doação é uma forma de proteger também a população, pois os defensores públicos e servidores estão em contato direto com um número muito grande de pessoas”, disse.

O defensor público-geral, Dr. Leó Neto, fez questão de agradecer pessoalmente à UFS pelo gesto de solidariedade. “O trabalho desses profissionais é enobrecedor em um momento onde a solidariedade e o amor ao próximo devem imperar. Uma universidade da nossa terra que faz um trabalho belíssimo para o povo sergipano. Parabéns à todos que estão engajados nesse projeto, que simboliza solidariedade e amor ao próximo. Agradecemos pelo nobre gesto, afinal, não é somente os defensores público e servidores que serão beneficiados e protegidos, mas a população, afinal, atendemos milhares de pessoas diariamente”, destacou.

São produzidos diariamente 150 quilos de álcool gel/dia e 100 litros de álcool líquido/dia. Até a última sexta-feira, 17, a equipe comemorou uma produção recorde de 1000 litros. “No início, a produção estava bastante limitada, mas a Universidade somou esforços com os polos e saímos de 20 quilos para 150 quilos/dia”, salientou Rogéria.

Quanto ao aprendizado técnico dos alunos, Rogéria disse que o estudante adquire, na prática, o que vive em sala de aula. “Estamos trabalhando com transposição de escalas, coisa que normalmente não costumamos fazer no dia a dia, somente em escala piloto. Em uma aula corriqueira produzimos um litro de álcool gel e, nesse projeto, produzimos muito além. Os alunos estão em processo de treinamento, um processo acelerado e em grande escala, obedecendo sempre as boas práticas de manipulação”, enfatizou.

Reprodução: www.imprensa1.com

Por: Débora Matos /Ascom DPESE

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