Deputado capitão Samuel vai a Brasília pedir aprovação da PEC 300

O líder da oposição na Assembleia Legislativa, deputado estadual capitão Samuel Barreto (PSL) participou nesta quinta-feira (23), em Brasília, de audiências com o presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha e com o deputado federal por Sergipe, André Moura (PSC). Entre os assuntos abordados está a votação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 300/2008, que cria um piso salarial dos policiais civis e militares e bombeiros de todos os Estados.

“Os profissionais que cuidam da nossa segurança têm tido paciência com a votação. Esperamos que na gestão do presidente Eduardo Cunha, a PEC saia do papel”, afirmou Samuel, acrescentando que vem lutando para garantir esse direito a todos os policiais. Ele lembrou que a PEC 300 já foi votada em primeiro turno na Câmara dos Deputados em 2010, e foi aprovada por unanimidade, restando ser aprovada em segundo turno para que seja encaminhada para apreciação do Senado Federal.

Para Samuel, “os policiais que defendem a sociedade com o sacrifício da própria vida merece um tratamento digno, que inclui remuneração adequada e condições de trabalho”. Ele, que é presidente da Comissão de Segurança Pública na Alese, entende que, com o piso equiparado os policiais terão mais autonomia e disposição para o trabalho. “Com a remuneração igual, esses trabalhadores vai se sentir reconhecidos e valorizados e, consequentemente, mais dispostos a atuar no combate à criminalidade, e ainda, terão qualidade de vida”. A PEC, lembrou Samuel, alcança inclusive os que se encontram em inatividade.

Sobre a PEC 300

A Câmara dos Deputados aprovou a proposta da PEC 300/208, em primeiro turno de votação, em julho de 2010, por esmagadores 349 votos à zero. Todos os deputados presentes, de todos os partidos, votaram a favor. O presidente da Câmara, então, era o hoje vice-presidente da República Michel Temer.

Haveria, então, que se votar a medida em segundo turno, como prevê a Constituição, para que tramitasse, a seguir, no Senado da República. Temer empurrou com a barriga até que renunciou ao posto, 1 7 de dezembro, por ter sido eleito vice de Dilma.

Foto ilustrativa : imprensa1

Por: Glice Rosa

Assessoria de Comunicação Capitão Samuel

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