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Filho de boxeador e um adolescente campeão baiano sofrem preconceito racial

VALTER-DUARTEO Instrutor e campeão sergipano de boxe, Valter Duarte, esteve na noite dessa sexta-feira, dia 23 de setembro, na Delegacia Plantonista (DEPLAN), centro comercial de Aracaju. Para registrar uma queixa policial contra um empresário dono de uma galeria na zona sul da capital sergipana. Por ter praticado o crime de preconceito racial.

Ao ser entrevistado pelo o Imprensa1.com, Valter Duarte, disse que estava ao lado seu filho Valter Junior em uma das salas da galeria tratando de um patrocínio para o adolescente campeão baiano Carlos Santos Silva, de 15 anos. Preste a disputar o Campeonato Brasileiro de Boxe, em Vitória do Espírito Santo, no mês de outubro deste ano.

E que ao pedir que seu filho fosse pegar o garoto Carlos, que estava no estacionamento. O dono da galeria 13 julho, de nome Francisco Lima, havia constrangido os jovens chamando-os de negrinhos, só porque são Afro-descendentes.

Ao perceber a confusão, Valter Duarte se aproximou e indagou o empresário porque estava fazendo aquilo com os meninos “bastante autoritário, o dono da galeria a todo instante pedia que os seguranças tirassem o meu filho e adolescente dalí, e os colocassem para fora, chamando-os de negrinhos”, relatou Valter.

Segundo o Instrutor, percebendo que o empresário insistia e continuava a xingar e a desfazer dos dois jovens, resolveu ligar para a policia através do 190, e que ao  chegar no local, a polícia não mais encontrou o agressor verbal. “ Mesmo ele ter fugido, prestei queixa e aguardo as providências”, desabafou Valter Duarte.

Assista a entrevista Por: Imprensa1.com

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