Forró Caju em Casa faz chamado às raízes do autêntico nesta segunda, 21

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Foto: Ascom/PMA

Quem quiser arrastar os móveis da sala para dançar, com ou sem um parceiro, a terceira noite de apresentações do Forró Caju em Casa, nesta segunda-feira, 21, vai oferecer o clima propício para forrozear.

Pode ficar no “dois pra lá, dois pra cá”, pode inovar na performance ou simplesmente apreciar o som que, a partir das 19h, chega com toda a força da tradição forrozeira. A programação da noite vai contar com Trio Capitães do Forró, Jailson do Acordeon, Ravengar do Acordeon, Soelton Cobra e Trio Miaba, Dede do Acordeon, Trio Vassoural.

Realizado pela Prefeitura de Aracaju, sob a coordenação da Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju), o Forró Caju em Casa foi a forma encontrada pela administração municipal, pelo segundo ano consecutivo, para manter acesa a chama do maior evento junino do estado, em tempos de pandemia e consequente distanciamento social, para prestar o devido apoio aos artistas sergipanos que, ao longo de quase três décadas, têm na festa uma fonte de renda e vitrine para talentos.

Por isso, a terceira noite desta edição é uma espécie de exaltação àquilo que está enraizado na cultura sergipana, a uma das mais fortes expressões da arte produzida por essas terras. E quem vai abrir a terceira noite de apresentações é o Trio Capitães de Forró.

“O Forró Caju é o momento de valorização do artista, quando podemos criar nossa história. Inclusive, parabenizo a Prefeitura e a Funcaju pela organização, por como os artistas foram selecionados, por meio de edital e pela oportunidade que tem dado aos artistas. Sentimos muita falta da presença do público, mas estamos com saúde e podendo participar do Forró Caju em Casa que, de alguma forma, também vibra a presença das pessoas, mesmo que seja de forma virtual”, considera a vocalista da banda, Marleide Santos.

Por falar em enraizado, um dos artistas da noite é justamente um que já está genuinamente incorporado ao Forró Caju, Jailson do Acordeon, que participa desde a primeira edição, em 1993.

“Tenho o maior prazer em participar do Forró Caju, todos os anos. E, no caso, diante desse período de pandemia, o Forró Caju em Casa é um projeto de extrema importância, afinal, pelo segundo ano, não temos as festas juninas com presença de público, portanto, nos dá certo ânimo e agradeço à Prefeitura. O artista se sente prestigiado e o povo também vai poder acompanhar, o que acaba sendo bom para todos”, afirma Jailson.

Responsável por fechar a terceira noite, o Trio Vassoural também tem cadeira cativa no palco do Forró Caju, seja no presencial ou no “em Casa”.

“Participamos desde a primeira edição e com o mesmo entusiasmo, ainda que, nos últimos dois anos, seja de forma diferente, longe da presença física do público. É sempre uma alegria e satisfação. Hoje, com 80 anos, sinto a mesma vitalidade para tocar de quando comecei, há 60 anos, e é isso que apresento a cada show. Sigo tocando e com saúde a gente consegue dar conta”, destaca o vocalista do trio, Domingos Vassoural.

Por: PMA

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