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Linda Brasil cobra da prefeitura a valorização da Guarda Municipal e demais servidores do município

Foto: César de Oliveira

A Vereadora Linda Brasil participou da Audiência Pública, na Câmara Municipal, na manhã de hoje, secretariando os trabalhos que trataram de problemáticas relacionadas à Guarda Municipal de Aracaju (GMA).

O evento proposto pela vereadora Emília Corrêa tratou da seguinte temática:” A Reestruturação e o Plano de Carreira dos Guardas Municipais”.

A parlamentar ressaltou ser inadmissível ver o tratamento dado ao Sindicato dos/das Guardas Municipais (SIGMA) por parte do prefeito. “Infelizmente esta queixa da falta de diálogo não é só por parte do sindicato, vários segmentos da sociedade civil organizada fazem esta mesma queixa. Pasmem! Mas, há quem ressalte que existem dificuldades de escutar os representantes do povo, de sua base. Imaginem a dificuldade e resistência que existe para conosco da oposição. Muito preocupante isso” disse Linda.

O presidente do Sindicato, Eder Santos Rodrigues, afirmou que, há 4 anos, o sindicato entregou um projeto para discutir o plano de carreira. Nesta gestão este projeto também foi entregue e “até agora não foi feito um canal de discussão ou negociação que busque a melhoria e valorização da nossa categoria” afirmou.

Para Linda Brasil, há uma nítida falta de respeito não só com as pessoas que trabalham na Guarda, mas a todas as categorias de servidores e servidoras.

“A Lei Orçamentária foi enviada para esta Casa, e não estou percebendo a preocupação como prioridade de valorizar as pessoas que trabalham no serviço público municipal. É triste pois falamos não só de correção salarial, mas de reestruturação e valorização de profissionais tão importantes, para prestar um bom serviço à população. No que diz respeito à Guarda, estes itens deveriam compor uma forma de gerenciamento da segurança pública na cidade que deveria ser humanizada, ter investimentos em inteligência; ao invés de se basear em um modelo de segurança falido que temos visto, que só investe em armas, repressão, mas esquecendo de valorizar as trabalhadoras e os trabalhadores e esquece, na base, de discutir e atuar contra os fatores que levam ao processo de violência e insegurança,” ressaltou.

Por: Laila Oliveira/Ascom

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