Polícia de Sergipe elucida crime que vitimou comerciante da Coroa do Meio

Bandidos-que-mataram-comerciante-Material-de-Contruçao-Fugitivo-do-cenam-Firmeza-Isiel-Imprensa1-bandidos--homicidasA Polícia Civil elucidou o latrocínio que vitimou o empresário Samuel Nunes da Cruz, 44 anos, morto por dois homens armados no dia 11 de dezembro de 2014 dentro de sua loja de material de construção no bairro Coroa do Meio, zona sul de Aracaju.

As investigações tiveram início no mesmo dia do crime e culminou com a identificação e prisão de Rosierisson da Silva Nunes, o ‘Siel’, 20 anos, e João Pedro da Silva Neto, 18, conhecido como ‘Firmeza’.

Segundo o delegado Ítalo Almeida, que conduziu as investigações, foi Rosierisson que desferiu cinco tiros no comerciante após a vítima tentar tomar o revólver que ele portava. Os criminosos fugiram sem levar nada e adentram em um mangue que fica próximo ao estabelecimento.

Os dois residiam na região do Bairro da Coroa do Meio, mas fugiram após a repercussão do caso na imprensa1.  O  jovem Rosierisson  ( ex-fungitivo do Cenam), foi morar no bairro Santa Maria e depois fugiu para a cidade de Umbaúba, região sul de Sergipe, onde foi preso.

Já o, João Pedro “Firmeza”, por sua vez, foi preso no dia 1º de janeiro deste ano suspeito de roubo no Bairro Santa Maria , zona sul de Aracaju.  “Somente após a prisão de Siel é que descobrimos que o seu comparsa estava detido, porém por um crime de roubo que ele praticou no bairro Santa Maria”, destacou.Em depoimento, Siel inicialmente negou o crime, mas no decorrer dos interrogatórios acabou confessando e disse que sua intenção não era matar o comerciante e que só realizou os disparos porque se assustou com a reação da vítima.De acordo com o delegado-geral da Polícia Civil, Everton Santos, logo após o crime, a polícia divulgou imagens do circuito de segurança do estabelecimento que mostrava os suspeitos fugindo da cena do local.

“Este crime teve uma imensa repercussão porque se trata de um trabalhador que foi morto em seu local de trabalho com cinco tiros. O latrocínio é um crime hediondo e nós decidimos priorizar à investigação para prender os culpados. Um dos presos era foragido do Cenam e o outro já tinha passagem por assalto.

Os delegados conseguiram imagens nos arredores do delito, do itinerário de fuga após o cometimento do latrocínio e a imprensa e a sociedade tiveram um grande papel na prisão desses infratores”, destacou.

 

Foto: Imprensa1

Por: imprensa1

Fonte; SSP-SE

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