Policiais civis decidem suspender a Operação-Padrão

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Policiais Civis reunidas na tarde desta sexta feira, 10, analisaram a proposta do governo que propõe a retomada das discussões sobre a Nova Lei Orgânica da Polícia Civil, com a criação de uma Comissão de Negociação, onde o sindicato participaria de forma efetiva, e deliberou pelo estado de mobilização permanente e suspensão da Operação Padrão.

O Secretário Adjunto, João Batista e a superintendente da Polícia Civil, Karine Feitosa, fizeram parte da Assembléia, relatando as informações da reunião acontecida esta semana com o governador Marcelo Déda, demonstrando a possibilidade da reorganização da Policia Civil, a partir da criação de uma Nova Lei Orgânica.

“Estamos em um momento histórico, sabemos a importância da criação da Lei Orgânica da Policia Civil; essa sempre foi a principal pauta de toda a categoria. Não podemos discutir salário sem segurança jurídica. A portaria da comissão já foi criada, o SINPOL Sergipe tem a sua cadeira cativa e será uma voz importante na reorganização da categoria Policia Civil”, disse João Batista.

A categoria, diante da possibilidade da formalização da Nova Lei Orgânica, deliberou pela suspensão da Operação Padrão e manutenção do estado de mobilização permanente.

“É importantíssimo a criação da Nova Lei Orgânica e a garantia do SINPOL Sergipe dentro dessa construção; contudo, temos um grande problema a ser resolvido: a diferenciação do tratamento dentro da própria categoria. A Operação Padrão não é somente uma luta por reajuste salarial, é também pela representatividade e igualdade de tratamento, problema que pode persistir no próximo ano e que se traduz como o nosso principal receio”, disse Antonio Moraes, presidente do SINPOL Sergipe.

O deputado estadual Gilmar Carvalho (PR) acompanhou a assembleia e sugeriu à categoria a suspensão da Operação-Padrão. 

Ao final da assembleia, o deputado disse que os policiais tomaram uma decisão acertada e confirmou o compromisso de continuar trabalhando por uma Lei Orgânica que atenda aos interesses da categoria, “que são o de uma segurança pública moderna, eficaz, e que trate a todos de forma igual”. 

 

Fonte: NE Notícias

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