Samuel Carvalho defende fiscalização no Sistema de Transporte Coletivo

O deputado estadual Samuel Carvalho (Cidadania) participou da sessão remota da Assembleia Legislativa, nesta quinta-feira, 18, para defender que os colegas parlamentares possam fiscalizar o sistema de transporte coletivo da Grande Aracaju.

O parlamentar começou seu discurso anunciando a plataforma digital lançada por seu mandato para receber críticas e sugestões da população em geral, numa busca por uma melhor interação do parlamento com a sociedade.

“Lançamos a plataforma que vão nos ajudar na elaboração de projetos, moções, requerimentos e indicações. E já recebemos uma manifestação de uma pessoa ligada ao Sindicato dos Rodoviários de Sergipe dizendo que eles farão uma assembleia nesta sexta-feira, 19, para decidir se a categoria entre ou não em greve por conta do descaso que vem acontecendo com os trabalhadores nos dias atuais”, denunciou o deputado.

Samuel Carvalho lembrou que, recentemente, pegou um ônibus no bairro Farolândia, em Aracaju, até a Assembleia Legislativa, no centro da cidade, e percebeu a dificuldade do motorista em receber o valor da passagem e ainda verificar o troco. “Percebi que em alguns momentos o motorista chega a perder a atenção. E já temos os registros de vários acidentes que estão ocorrendo por conta desse tipo de distração. Isso é acúmulo de serviço”.

Para o deputado o aracajuano já paga uma das tarifas do transporte coletivo mais caras do Brasil e que, diferente de outros Estados vizinhos, onde o valor chegou a ser reduzido por conta da pandemia, já existem rumores de um novo reajuste na Grande Aracaju. “Nós protocolamos um projeto proibindo esse tipo de abuso em tempos de pandemia. Fiz um teste ontem e peguei um UBER com minha esposa. Pagamos R$ 4,50 em um trajeto com duas pessoas, ou seja, a passagem seria de pouco mais de R$ 2”.

“Essa Casa é a caixa de ressonância do povo sergipano e precisa ficar atenta a isso. Não dá para a população da Grande Aracaju pagar ainda mais caro pelo transporte coletivo. Ainda mais com motoristas acumulando funções, com empresas que só querem lucrar. Tiraram os cobradores e estamos vendo vários ônibus lotados. Eu defendo que a gente faça uma fiscalização no Sistema de Transporte Coletivo. Precisamos de todas as informações e essa é uma luta de todos. Estamos falando de pais de família que agora, no próximo dia 5, completam um ano sem o tíquete-alimentação”, completou.

Foto: Rosângela Dória

Fonte: Alese

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