Samuel recorre a OAB para que o Governo convoque excedentes do concurso da PM

“A luta pela convocação de todos os aprovados no concurso da Polícia Militar não para. Não desistimos de unir todas as forças para tentar sensibilizar o Governo do Estado de que a convocação dos excedentes é uma necessidade da população e não uma causa particular”. A afirmação é do deputado estadual e líder da oposição, na Assembleia Legislativa, após protocolar ofício, junto à Comissão de Estudos Constitucionais da seccional sergipana da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/SE).

Os membros da Comissão vão analisar a viabilidade e constitucionalidade de uma possível ação contra o Governo para que seja feita a convocação de todos os excedentes do concurso da Polícia Militar, considerando o alto déficit do efetivo da Corporação. “A população tem sofrido as consequências da falta de policiamento. A forma que temos de aumentar esse efetivo é o Governo convocando os excedentes do último concurso. Assim, minimiza-se os impactos da insegurança e a população se sinta mais protegida”, argumentou Samuel.

O parlamentar foi à OAB acompanhado de integrantes da Comissão dos excedentes do concurso público e do presidente da Associação dos Militares do Estado de Sergipe (Amese), Sargento Jorge Vieira. A OAB vai apreciar o fato, considerando alguns documentos, como os editais de abertura e de homologação do concurso.

OUTRO OFÍCIO – Na oportunidade, Samuel protocolou, também, outro ofício com relatório preparado pela Associação dos Militares, com dados oficiais da Polícia Militar. Do relatório consta, por exemplo, a informação de que de 2011 a 2015 foram aposentados 1.217 militares, número superior à soma das duas convocações feitas pelo governador Jackson Barreto (PMDB) que até o momento convocou,  apenas, 986 novos policiais. “Isso não repõe, nem mesmo, o efetivo que já está abaixo do que seria necessário hoje para Sergipe, que é 4 mil homens”, destacou Samuel.

Para o líder da oposição é preciso que o Governo entenda que não se faz Segurança Pública sem um efetivo mínimo. “A violência só aumenta e não temos uma política concreta de segurança nas ruas para coibir os pequenos furtos e trazer tranquilidade a sociedade. Isso só é possível, com homens nas ruas e com uma polícia bem equipada”, afirmou o deputado.

Por: Glice Rosa

Assessoria de Comunicação Capitão Samuel

 

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