Secretário de Saúde presta contas na ALESE e fala que SAMU de Sergipe deve voltar a ser o melhor do país

O secretário de Estado da Saúde, Valberto Oliveira, fez nesta quinta-feira, dia 05, a prestação de contas do segundo e terceiro quadrimestres da Pasta, no exercício de 2019, para os membros da Comissão de Saúde, Higiene, Assistência e Previdência Social da Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese). Para o auxiliar, que deve deixar o comando da secretaria no início de Abril para atendimento do prazo de desincompatibilização para as eleições municipais, a avaliação da gestão da Saúde até agora é bastante positiva.

O secretário Valberto Oliveira, destacou quando da prestação de contas na Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese), que a privatização do Serviço Móvel de Urgência (Samu), se dará por dificuldades financeiras, de escala e pela necessidade de descentralizar as bases.

“Existem vários fatores e a gente precisa voltar a ser o melhor Samu do país; mas a situação é de dificuldades nas bases, pois cada uma tem um contrato. Para se ter uma ideia, a gente gasta por mês, 380 mil reais somente para a manutenção das bases e viaturas. Isso é difícil e para manter a qualidade é muito difícil”, informa.

Quanto à descentralização das bases, Valberto Oliveira destacou que o trânsito em Aracaju está contribuindo para críticas quanto ao tempo resposta do Samu.

“Antes saíamos 6 horas de casa e conseguíamos levar os filhos à escola rapidinho, hoje saímos 6h e já encontramos trânsito e sairmos 7h não adianta querer estar apressado porque seremos penalizados. É preciso que se entenda que a qualidade nos serviços do Samu, é tempo resposta, é ter viaturas funcionando, é ter facilidade na aquisição de RH, pois preciso de enfermeiros,médicos e condutores, mas para isso, preciso fazer concurso”, destaca acrescentando que alguns aspectos foram avaliados, a exemplo do reforço com aeronave.

O secretário lembrou que a saúde não espera. “As pessoas querem o socorro e a gente está com essa dificuldade sim de fazer o socorro, a cobertura mesmo com motolâncias, porque a gente tem uma situação geográfica e uma quantidade de carros muito grande, com vários horários de picos, daí a necessidade de descentralizar, que espalhar as bases. Se um cidadão infartar no Mosqueiro por exemplo, para a gente chegar até lá vai ser muito difícil”, afirma adiantando que uma das bases do Samu será instalada na Universidade Tiradentes (UNIT).

Reprodução: www.imprensa1.com

Por: Habacuque Villacorte  e Aldaci de Souza – Rede Alese

Foto: Jadilson Simões

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