Suspeito de explodir agências bancárias morre em confronto com a polícia em Carira

A operação tem como objetivo cumprir mandados de prisão e de busca e apreensão na Bahia e em Sergipe

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No início da manhã desta terça-feira, dia 08, um dos homens suspeito de participar de um grupo criminoso que explodia agências bancárias e realizava roubos a mão armada, morreu em confronto com a polícia na cidade sergipana de Carira. Ele foi identificado como Eduardo Raphael Barreto da Silva, conhecido como “Estrelinha” .

Na operação conjunta da Polícia Federal (PF) e da Policia Civil de Sergipe (PC/SE), foram apreendidos com o suspeito : um veiculo, dois aparelhos celulares e uma pistola . Como a operação até as 08h30 estava em andamento, na NOTA  da SSP de Sergipe , não constava as informações do óbito de um dos suspeito que reagiu a voz de prisão.

NOTA DA SSP DE SERGIPE 

Uma investigação conjunta da Superintendência da Polícia Federal em Sergipe e Bahia e da Polícia Civil de Sergipe desarticulou um grupo criminoso que explodiu em novembro do ano passado agências da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil na cidade de Carira, cidade localizada a 108 quilômetros de Aracaju. A Operação “Machine Buster” teve o objetivo de cumprir mandados de prisão temporária e busca e apreensão em Salvador, Jacobina, na Bahia, e em Carira, em Sergipe.

As investigações tiveram a troca de informações entre a Delegacia de Repressão a Crimes contra o Patrimônio (Delepat) e o Centro de Operações Policiais Especiais da Polícia Civil de Sergipe (Cope). O cumprimento dos mandados de prisão teve o apoio da Divisão de Inteligência e Planejamento Policial (Dipol) e de militares do 3º Batalhão e Companhia Integrada de Operações em Áreas de Caatinga, da Polícia Militar de Sergipe.

Segundo levantamento feito pelas polícias no dia do crime, a ocorrência durou cerca de 20 minutos. Após a explosão, os criminosos incendiaram dois veículos e fugiram sentido Bahia pelo Povoado Bonfim. Populares encontraram cartuchos de armamentos usados por eles.

A atribuição da Polícia Federal foi o de investigar o crime contra a Caixa Econômica Federal, empresa pública; enquanto a Polícia Civil levantou informações sobre a explosão no Banco do Brasil, sociedade de economia mista, ambas da administração pública indireta. Com a troca de informação e o trabalho em conjunto, a Operação “Machine Buster” foi deflagrada com o objetivo de chegar a oito alvos, a maioria localizada em Salvador, na Bahia.

Imediatamente após as explosões, a Polícia Federal e o Cope começaram a investigar as explosões nas agências da Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil na cidade de Carira.
Homens fortemente armados invadiram a cidade, se posicionaram nas agências bancárias e realizaram as explosões. Imediatamente, equipes do 3º Batalhão da Polícia Militar e da Companhia Independente em Áreas de Caatinga (Ciopac) realizaram diligências na região e comunicaram à polícia da Bahia, já que os criminosos fugiram em direção à divisa baiana. A perícia também foi acionada e, junto com os investigadores, fez uma análise minuciosa do local do crime. O caso de Carira foi o único realizado contra agências bancárias em Sergipe em 2020.

Os envolvidos podem responder pela prática de crimes de dano, tentativa de furto qualificado e associação criminosa, tipificados respectivamente nos artigos 163, 155, § 4º-A, c/c arts. 14, II e 288, do Código Penal Brasileiro.

Nome da Operação

O nome da operação, “Machine buster”, faz alusão aos caixas eletrônicos incendiados e destruídos na empreitada criminosa sob investigação.

Foto e Fonte: SSP-SE

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