Trabalhadores do comércio e serviços aguardam negociações da Convenção Coletiva 2020

Os Trabalhadores do comércio e serviços  decidiram unificar a pauta de reivindicações e iniciaram já em dezembro a campanha salarial da Convenção Coletiva de Trabalho 2020. O documento final, construído e aprovado pelas assembleias da categoria, já foi entregue ao setor patronal.

Ronildo Almeida, presidente da Federação dos Empregados no Comércio e Serviços de Sergipe (Fecomse), diz que o empresariado precisa entender que existem dívidas financeiras e sociais que devem ser zeradas numa respeitosa mesa de negociação.

“Esperamos que o fechamento da Convenção Coletiva de Trabalho deste ano seja mais rápido do que o do ano anterior, cujas negociações, inclusive, ainda apresentam pendências com algumas entidades patronais, entre elas, a Federação do Comércio, presidida pelo deputado federal Laércio Oliveira (PP). Por tradição, inclusive, outras gestões nunca deixaram de negociar “, pontua Ronildo Almeida.

O dirigente sindical lembra também que o segmento de comércio e serviços teve um surpreendente impulso positivo neste final de ano, segundo avaliação do próprio empresariado, e destaca o importante papel do comerciário na retomada da economia.

“Os trabalhadores e trabalhadoras dão a sua contribuição, o seu suor, cumprem a sua jornada de trabalho, têm um papel determinante no crescimento e na consolidação das empresas. Cabe aos patrões entenderam esse processo, cumprirem a sua parte e avançarem nas negociações das convenções coletivas, zerando suas dívidas financeiras e sociais com a categoria”, destaca Ronildo Almeida.

Pauta – Entre as reivindicações dos trabalhadores estão manutenção de todas as cláusulas do acordo coletivo vigente; reajuste 100% pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) mais ganho real; PPL (Programa de Participação nos Lucros) e PPLR (Programa de Participação nos Lucros e Resultados) discutidos democraticamente com os trabalhadores.

Há, ainda, ticket alimentação para todos os empregados, plano de saúde, redução da jornada de trabalho sem redução do salário e não ao banco de horas, entre outras cláusulas sociais.

 

Fonte: Ascom  Fecomse

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